CHEGOU A HORA!

 

A reta final da campanha se aproxima. Foi uma campanha atípica, marcada pela indiferença da população, parecendo muito mais uma espécie de cerimônia fúnebre ou um réquiem do que a chamada festa da democracia, como deveriam ser eleições quase gerais como as que ora ocorrem!
O desanimo, o descaso e o desinteresse e até essa apatia derivam de várias causas. A primeira é que o sistema politico-eleitoral esgotou-se, por completo e, não garante legitimidade ao processo. Não se vota em um candidato mas em uma coligação que, na maioria das vezes é determinada por conveniências e representa uma verdadeira salada mista de programas partidários, não caracterizando uma proposta de trabalho, um programa de governo ou pelo menos, algumas diretrizes que mostrassem que ela não seria apenas um instrumento destinado a enganar os incautos e garantir sucesso a um grupo de espertos.

A segunda é a pororoca de escândalos de toda ordem envolvendo, na maioria das vezes, não apenas detentores de poder do Executivo mas um número enorme de parlamentares. E isto leva a um descrédito total da classe política. Ademais, as pessoas não têm consciência do papel que cabe aos representantes do povo e aos representantes do Estado e, por conseguinte, referido voto é dado apenas, pela obrigação legal e pelo interesse do correligionário ou do deputado estadual de poder dispor de uma mensuração de seu prestígio para que ele demonstre, ao seu adversário mais próximo, a sua força potencial para, num futuro próximo, participar de uma possível disputa eleitoral, de cunho local.

A terceira é a confusão gerada na cabeça do eleitor, principalmente aquele com menos acesso à informação, em função da propaganda governista inescrupulosa ou da virulência, às vezes, de uma inconsequente e agressiva crítica da oposição ao mostrar o que não foi feito pelo governo ou como o governo maquia o que foi feito. As oposições ao poder instalado, além da busca de desconstrução da sua imagem, promovem um festival de denúncias que se misturam a acusações as mais cabeludas, abandonando a discussão de propostas e idéias.

Mas agora não é mais o momento de discutir tais desencontros mas sim, a hora é das definições. É hora das escolhas. É hora de buscar novos caminhos ou convalidar o caminho até agora seguido. E o que todos pensam é que ou se busca uma mudança não apenas de conceitos e programas mas de algo mais profundo, que seria uma mudança de paradigmas capaz de  alterar a forma de condução das políticas públicas do País. E isto não se conseguirá apenas com uma mudança do Primeiro Mandatário da Nação mas através de um Congresso com um mínimo de dignidade e decência que não atue como um poder subserviente e subalterno ao Executivo, como soi ocorrer até agora!

E aí é que se insiste que se olhe para que tipo de Congresso se buscará  eleger. Não basta apenas eleger candidatos chamados fichas limpas pois, embora já se consiga melhorar a qualidade ética e moral do Congresso, mas isto só não basta. É preciso qualidade, competência, iniciativa e ousadia para gerar novas propostas, melhorar a qualidade da avaliação crítica do que está a fazer e a realizar o governo e propor novas e ousadas políticas públicas, além da defesa das causas do Ceará e do Nordeste.

Por isto é que o cenarista insiste e ousa sugerir um nome que dispensa quaisquer adjetivos diante de sua formação, de seu curriculum, do seu trabalho na Câmara dos Deputados e frente ao COMPAM quando fez o mais edificante trabalho em favor da sustentabilidade no Estado do Ceará. E este é o homem e é o nome.

O cenarista ousa dizer que se houver, no Ceará, um candidato a deputado federal melhor em termos de formação, qualificação, competência e trabalhos já realizados, do que Paulo Henrique Lustosa, em sã consciência, o cenarista abriria mão decseu voto. Se houver alguém, candidato, com maior qualificação e méritos do que Paulo Henrique Lustosa, 1133, o cenarista abriria mão de pedir o seu voto. Mas, se porventura, avaliando o seu curriculum e a sua história, não  encontrar um candidato melhor do que ele, o cenarista não abriria mão do seu voto. Assim peço que apenas faça justiça a você e ao seu amanhã votando naquele que não irá frustrar as suas expectativas e não matar as suas esperanças.

 

 

 

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