E SE TEMER NÃO VOLTAR?

Michel Temer, o presidente com a mais baixa popularidade do País, mesmo com todos os problemas, dificildades, limitações  e impecilhos, conduz o barco e, consegue que a economia se descole da política e caminhe para uma recuperação “lenta, gradual e segura”!

Criticado por muitos, questionado por quase toda a mídia e severamente contestado por estar tentando aprovar as reformas institucionais, a “qualquer preço”, segundo os seus críticos mais severos, parece que pode ficar impossibilitado de levantar a voz caso o seu problema de saúde venha a se complicar. E, se tal ocorrer, o que acontecerá com este Brasilzão velho de guerra? Se a limitação vier a ocorrer, o que a Constituição determina é que o Presidente da Câmara assuma por trinta dias e convoque eleições indiretas para o cumprimento do resto do mandato de Michel Temer.

Será que tudo isto ocorrerá sem nenhuma comoção social, sem turbulência na  área política e sem transtornos, sem indefinições e  sem dificuldades na área econômica? Será que a eleição de seu sucessor, via indireta, não provocará mais problemas e instabilidades? Na verdade, as pressões sofridas por Temer, desde a sua posse na Presidência da República, foram de dimensões nunca dantes verificadas com qualquer liderança política no Brasil. O que se procura avaliar é a dimensão dos erros, dos equívocos, dos desvios de conduta e dos crimes cometidos por Temer porquanto não há, até agora, divulgado pela mídia, indícios sérios dos abusos e erros cometidos pelo Presidente.

Ou seja, diante das angústias sobre o que pode ocorrer com o Presidente da República, o que se pode aguardar

 

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