SERÁ QUE OS FATOS TENDEM A CONSPIRAR A FAVOR DO PAÍS?

Os sinais, às vezes, parecem trocados. Outras vezes, se contradizem mas, no mais das vezes, dão indicações do caminho que as coisas e as circunstâncias tenderão seguir. Dessa forma, apesar da descrença da midia e das elites nas perspectivas positivas que o governo que ora se inicia poderá enveredar, os indícios e, até mesmo o acaso, conspiram a seu favor. As expectativas da maioria da população são francamente otimistas e positivas esperando que Bolsonaro faça um bom governo. A economia já começou, embora timidamente, a retomar o ritmo de expansão. Apesar de tudo que se fez em termos de vender uma péssima imagem do país lá fora, os investidores externos já reexaminam as suas posições. A Bolsa já mostra desempenho mais otimista e o dólar se mantém, até agora, bem comportadinho e, o que é mais relevante, sem a intervenção do governo.

Parece que as coisas começam a tomar o rumo esperado e desejado pelos brasileiros e, pelo que se vislumbra, não há aquela ânsia e nem aquela preocupação em definir de quem é o mérito pelos novos e animados caminhos que o País quer seguir ou precisa seguir.

É bom que se diga que os últimos acontecimentos políticos tenderiam a conduzir aos pretensos analistas da cena nacional a admitir que os fatos recentes conspirariam a favor de um bom encaminhamento dos problemas e questões nacionais. A simples ocorrência de que se estar a se implantar um novo governo, já geraria um clima de esperança e de otimismo na população sobre o hoje e o amanhã do País. Também a fé e a crença, arraigadas no sentimento popular, de que o “amanhã deverá vir a ser melhor do que o ontem”, seriam manifestações da crença que se fundou não se sabe se numa espécie de “wishful thinking” ou numa espécie de crendice popular arraigada de que o tempo é de sonho, de esperança e de colheita.

Claro que eventos tão perversos como os de Brumadinho e a insistente demonstração de força do crime organizado no Ceará criam temores de que as coisas não irão pelo caminho certo! Por outro lado, o temor já exibido por muitos de que o novo Congresso não teria nada de novo e apenas reproduziria os velhos hábitos e costumes arraigados no comportamento da classe política como um todo, deixaria a quase certeza de que nada irá mudar. O cenarista tem uma outra visão e perspectiva do que poderia , pois os fatos mais recentes mostram que o Congresso que aí está é novo e quer mostrar a que veio.

Já se pode celebrar o fato de que o Congresso não se deixou levar pelo conservadorismo e o antigo controle das duas Casas pelos velhos e viciados políticos que nada teriam a acrescentar à cena. Ao contrário, a renovação do Senado se fez e se mostrou presente, sem demonstrações de presunção e de arrogância mas apenas afirmando que “chegamos” e o recado das urnas será respeitado e levado adiante. A Câmara, tendo renovado metade de seus quadros, buscará melhorar a imagem de um passado recente que lhe tirou o respeito e, até, uma possível admiração do eleitorado.

Pelos anúncios do pacote de Sergio Moro e do que está para vir de Paulo Guedes, a tendência é que transformações estão por vir e antecipam mudanças que farão com que, não apenas medidas de austeridade e controle de gastos públicos já sendo anunciadas, bem como as reformas essenciais da previdência e a reforma fiscal, estão vindo  com conteúdos inovadores e capazes de mudar a face e o comportamento do setor público brasileiro. E é porque os analistas não estão observando o que vai pelos estados onde o sentimento de organizar as finanças públicas, de reduzir desperdícios, de combater a corrupção e de estabelecer prioridades condizentes com as expectativas populares, tem sido as marcas maiores de manifestação desse novo tempo.

A única coisa a preocupar, deveras, aos brasileiros, diz respeito ao estado de saúde do Presidente Bolsonaro que ainda não encontrou a certeza de sua recuperação completa e da sua volta às atividades de primeiro mandatário da nação. Espera-se que ele volte, no vigor e no entusiasmo de um sessentão disposto e atlético, ao comando do País e contando com a competência e a sobriedade de seus auxiliares. E, como anunciado, que ocorra até o final da semana que se inicia!

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